Uma pequena biografia, de Maria Alberta Menéres...feita por mim (Bia),:)!
Maria Alberta nasceu em Vila Nova de Gaia, no dia 25 de Agosto de 1930,esta senhora tem mais profissões para além de escritora das quais : professora,tradutora, poetisa e por fim...jornalita!Teve ao longo da sua vida várias obras escritas(algumas aconselhadas pelo plano nacional da leitura)das quais,ganhou alguns prémios!
Ejá me estava a esquecer, tanta cisa sobre a vida dela e as suas obras,vou escreve-las e se te interessar que tal, ires a biblioteca da tua escola requisitar um livro de Maria Alberta Menéres :
Ficção
O Poeta Faz-se aos 10 Anos, 1973, Edições Asa, (ISBN 972-41-2031-7)
A canção do vento, 1975
Hoje há Palhaços , 1977 (ISBN 972-41-2978-0)
Primeira Aventura no País do João, 1977
À Beira do Lago dos Encantos, 1995
Prosa
O Que É... A Imaginação, Difusão Cultural (editora), Lisboa, 1993
Imaginação, 2003
Ulisses, 1976
A Galinha Poedeira
Poesia
Antologia da Poesia Portuguesa (1940-1977)
Intervalo, 1952
Cântico de Barro, 1954
A Palavra Imperceptível, 1955
Oração de Páscoa, 1958
Água - Memória, 1960
poemas escolhidos
A Pegada do Yeti, 1962
Poemas Escolhidos, 1962
Os Mosquitos de Suburna, 1967
Conversas em Versos , 1968
Figuras, Figuronas, 1969
O poema disse ao poema, 1974
O Robot Sensível, 1978
Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa, 1982
Semana sim,semana não,semana pumbas,1998
Infantil
clarinete, 1930
Figuras Figuronas, 1969
A Pedra Azul da Imaginação, 1975
A Chave Verde ou os Meus Irmãos, 1977, (ISBN 972-41-2375-8)
Semana Sim, Semana Sim, 1979
O Que É Que aconteceu na Terra dos Procópios, 1980
Um Peixe no Ar, 1980
O Trintão Centenário, 1984
Dez Dedos Dez Segredos, 1985
À Beira do Lago dos Encantos, 1988
Quem faz hoje anos, 1988 Editorial Caminho (ISBN: 9789722106764)
Colecção “1001 Detectives- 15 volumes (em colaboração com Natércia Rocha e Carlos Correia), entre 1987/92
Sigam a Borboleta, 1996
100 Histórias de Todos os Tempos, Edições Asa 2003
Passinhos de Mariana, Edições Asa, 2004 - (ISBN 972-41-3270-6)
"Camões, o Super Heroi da Língua Portuguesa" 2010
Outra vez não!
Gostaram!! ?)
Sim, sei bem Que nunca serei alguém. Sei de sobra Que nunca terei uma obra. Sei, enfim, Que nunca saberei de mim. Sim, mas agora, Enquanto dura esta hora, Este luar, estes ramos, Esta paz em que estamos, Deixem-me crer O que nunca poderei ser. este é o nosso poema preferido de Fernando Pessoa
quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010


Violino
O violino é um instrumento musical, classificado como instrumento de cordas friccionadas. É o mais agudo dos instrumentos de sua família (que ainda possui a viola, o violoncelo, o contrabaixo e a rabeca), correspondendo ao Soprano da voz humana. Possui quatro cordas (Mi4, Lá3, Ré3, Sol2). O timbre do violino é agudo, brilhante e estridente, mas dependendo do encordamento utilizado, podem-se produzir timbres mais aveludados. O som geralmente é produzido pela acção de friccionar as cerdas de um arco de madeira sobre as cordas. Também pode ser executado beliscando ou dedilhando as cordas (pizzicato), pela fricção da parte de madeira do arco (col legno), ou mesmo por percussão com os dedos ou com a parte de trás do arco.
Assim como outros instrumentos de cordas, os violinos também podem ser amplificados eletronicamente. A sua utilização mais comum é nos naipes de cordas das orquestras. O género mais comum é a música erudita. Existem no entanto diversos músicos que o utilizam na música folclórica, jazz, rock e outros géneros populares.
Na orquestra, o líder do naipe de primeiros-violinos é chamado de spalla. Depois do maestro, ele é o comandante da orquestra. O spalla fica à esquerda do maestro, logo na primeira estante do naipe dos primeiros-violinos.
Esticada na parte inferior do arco estão as cerdas, que são feitas de vários fios de crina de cavalo, ou de material sintético.
A extensão do violino é do Sol2 (mais grave e a última corda solta), ao Sol6 (3 notas antes da mais aguda que se pode ouvir).
Este é o instrumento que eu toco!Por isso desejei escrever aqui algo sobre ele, para vocês (leitores)saberem um pouco sobre ele, dcerteza que se apaixonaram por este belo istrumento!!!



Os livros que eu e a Rute aconselha-mos, será a nova secção, vais adorar e também podes dar as tuas ideias :D !
Em 1º lugar está o livro...- "Amarguinha" do autor Tiago Rebelo;
No 2º lugar está o livro...-"Voa comigo" da autora Maria Tereza Gonzalez;
E por fim...
No último lugar está... o livro...-"Ismael e Chopin"

a tartaruga-gigante bem, pelo nome esta tartaruga deve enorme, fica conhecer um pouco deste animal, é super divertido ;)
O termo tartaruga-gigante é a designação comum a diversas tartarugas terrestres, de grande porte, da família dos testudinídeos.
As tartarugas-gigante que existem hoje em dia são características de habitats insulares da região tropical. O registo fóssil, no entanto, mostra que já foram comuns nos continentes, em particular na Ásia. As tartarugas-gigante têm dimensões variáveis, de espécie para espécie. As maiores atingem 300 kg de peso e 1.3 metros de comprimento.
A maior população de tartarugas-gigante encontra-se no atol de Aldabra, no oceano Índico, com cerca de 100.000 exemplares de tartaruga-gigante-de-aldabra (Geochelone gigantea).
Devido à sua incidência em habitats insulares, as tartarugas-gigante são muito sensíveis a pressões ecológicas. A tartaruga-gigante-das-seychelles, por exemplo, está extinta na Natureza.
domingo, 27 de junho de 2010

Uma breve biografia de José Saramago,o escritor preferido da Rute (1922 - 2010)
aqui é só como se fosse um B.I. (bilhete de identidade)
nascimento - 16 de Novembro de 1922
Azinhaga, Golegã, Portugal
morte - 18 de Junho de 2010 (87 anos)
Tías, Província de Las Palmas, Canárias, Espanha
nacionalidade - português
Ocupação - Escritor, argumentista, jornalista, dramaturgo, contista, romancista, poeta
prémios - Nobel da literatura (1998), prémio Camões (1995).
Bem agora vamos à sua biografia:
José Saramago nasceu na vila de Azinhaga, no concelho da Golegã, de uma família de pais e avós agricultores. A sua vida é passada em grande parte em Lisboa, para onde a família se muda em 1924 – era um menino de apenas dois anos de idade. Dificuldades económicas impedem-no de entrar na universidade. Demonstra desde cedo interesse pelos estudos e pela cultura, sendo que esta curiosidade perante o Mundo o acompanhou até à morte. Formou-se numa escola técnica. O seu primeiro emprego foi de serralheiro mecânico. Fascinado pelos livros, visitava, à noite, com grande frequência, a Biblioteca Municipal Central — Palácio Galveias.
Aos 25 anos, publica o primeiro romance Terra do Pecado (1947), no mesmo ano de nascimento da sua filha, Violante, fruto do primeiro casamento com Ilda Reis – com quem se casou em 1944 e com quem permaneceu até 1970. Nessa época, Saramago era funcionário público. Em 1988, casar-se-ia com a jornalista e tradutora espanhola María del Pilar del Río Sánchez, que conheceu em 1986 e ao lado da qual viveu até à morte. Em 1955 e para aumentar os rendimentos, começou a fazer traduções de Hegel, Tolstoi e Baudelaire, entre outros.
Depois de Terra do Pecado, Saramago apresentou ao seu editor o livro Clarabóia que, depois de rejeitado, permanece inédito até à data de hoje. Persiste, contudo, nos esforços literários e, dezenove anos depois, funcionário,então, da Editorial Estudos Cor, troca a prosa pela poesia, lançando Os Poemas Possíveis. Num espaço de cinco anos, publica, sem alarde, mais dois livros de poesia: Provavelmente Alegria (1970) e O Ano de 1993 (1975). É quando troca também de emprego, abandonando a Estudos Cor para trabalhar no Diário de Notícias (DN) e, depois, no Diário de Lisboa. Em 1975, retorna ao DN como Director-Adjunto, onde permanece por dez meses, até 25 de Novembro do mesmo ano, quando os militares portugueses intervêm na publicação (reagindo ao que consideravam os excessos da Revolução dos Cravos) demitindo vários funcionários. É, hoje, controverso o modo ditatorial como saneou jornalistas do DN. Demitido, Saramago resolve dedicar-se apenas à literatura, substituindo de vez o jornalista pelo ficcionista: "(…) Estava à espera de que as pedras do puzzle do destino – supondo-se que haja destino, não creio que haja – se organizassem. É preciso que cada um de nós ponha a sua própria pedra, e a que eu pus foi esta: "Não vou procurar trabalho", disse Saramago em entrevista à revista Playboy, em 1988.[2]
Da experiência vivida nos jornais, restaram quatro crónicas: Deste Mundo e do Outro, 1971, A Bagagem do Viajante, 1973, As Opiniões que o DL Teve, 1974 e Os Apontamentos, 1976. Mas não são as crónicas, nem os contos, nem o teatro os responsáveis por fazer de Saramago um dos autores portugueses de maior destaque - esta missão está reservada aos seus romances, género a que retorna em 1977.
Três décadas depois de publicado Terra do Pecado, Saramago retornou ao mundo da prosa ficcional com Manual de Pintura e Caligrafia. Mas ainda não foi aí que o autor definiu o seu estilo. As marcas características do estilo saramaguiano só apareceriam com Levantado do Chão (1980), livro no qual o autor retrata a vida de privações da população pobre do Alentejo.
Dois anos depois de Levantado do Chão (1982), surge o romance Memorial do Convento, livro que conquista definitivamente a atenção de leitores e críticos. Nele, Saramago misturou factos reais com personagens inventados: o rei D. João V e Bartolomeu de Gusmão, com a misteriosa Blimunda e o operário Baltazar, por exemplo. O contraste entre a opulenta aristocracia ociosa e o povo trabalhador e contrutor da história servem de metáfora à medida da luta de classes marxista. A crítica brutal a uma Igreja ao serviço dos opressores inicia a exposição de uma tentativa de destruição do fenómeno religioso como devaneio humano construtor de guerras.
De 1980 a 1991, o autor trouxe a lume mais quatro romances que remetem a factos da realidade material, problematizando a interpretação da "história" oficial: O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984) - sobre as andanças do heterónimo de Fernando Pessoa por Lisboa; A Jangada de Pedra (1986) - em que se questiona o papel Ibérico na então CEE através da metáfora da Península Ibérica soltando-se da Europa e encontrando o seu lugar entre a velha Europa e a nova América; História do Cerco de Lisboa (1989) - onde um revisor é tentado a introduzir um "não" no texto histórico que corrige, mudando-lhe o sentido; e O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991) - onde Saramago reescreve o livro sagrado sob a óptica de um Cristo que não é Deus e se revolta contra o seu destino e onde, a fundo, questiona o lugar de Deus, do cristianismo, do sofrimento e da morte. (sendo esta a sua obra mais controversa).
Nos anos seguintes, entre 1995 e 2005, Saramago publicou mais seis romances, dando início a uma nova fase em que os enredos não se desenrolam mais em locais ou épocas determinados e personagens dos anais da história se ausentam: Ensaio Sobre a Cegueira (1995); Todos os Nomes (1997); A Caverna (2001); O Homem Duplicado (2002); Ensaio Sobre a Lucidez (2004); e As Intermitências da Morte (2005). Nessa fase, Saramago penetrou de maneira mais investigadora os caminhos da sociedade contemporânea, questionando a sociedade capitalista e o papel da existência humana condenada à morte.
Saramago faleceu no dia 18 de Junho de 2010[3], aos 87 anos de idade, na sua casa em Lanzarote onde residia com a mulher Pilar del Rio, vítima de leucemia crónica[4]. O escritor estava doente há algum tempo e o seu estado de saúde agravou-se na sua última semana de vida.
O seu funeral teve Honras de Estado, tendo o seu corpo sido cremado em Lisboa.
Debeladas as controvérsias a que nunca se furtou e que interventivamente procurava, a marca que ficará na mente e coração do Povo Português será o legado que José Saramago deixará e isso compete à história decidir .
sábado, 26 de junho de 2010
Sonho
- Olá, eu sou a Benedita,”Bene” para os amigos, sou uma das melhores alunas de violino do School Life, em Lisboa.
- Olá, sou a Clara, “Clarinha” para os amigos, adoro tocar piano, sinto-me viva também sou uma das melhores alunas de piano no School Life.
- Olá, sou a Ariel, adoro cantar,correr,ler mas o que eu mais adoro é tocar violoncelo,e como se fosse um sonho!
- Olá, sou a Ema, tocar flauta é nadar em notas musicais!
Começa um novo dia para as nossas instrumentistas, elas gostam de ir logo cedo para o School Life.
- Vamos temos, que nos despachar!- dizia a Ariel sempre com as suas correrias.
- É só mais um pouco, estou só a arrumar o violino!- exclamou a Benedita.
Entretanto…
- Mas onde estamos, que sítio é este?- interrogou a Ema com a flauta na mão.
Ouve-se uma voz, muito mágica:
- Minhas meninas vocês, encantam a Cidade Sinfónica, mas, o senhor Impossível, quer destruir a musica, só vocês para nos ajudar…!- disse a rainha Musicalidade.
-Acho que acredito nisto, quer dizer tenho a certeza.- declarou a Clara
Sim, também concordo,temos que começar a formar uma banda,escolher o nome dela, começarmos a tocar compor musicas…enfim só assim que destruiremos o senhor Impossível.
Então, vamos por mãos ao trabalho , vou falar com a professora de violino,temos que informar os nossos professores, mas nada de andar a dizer que vimos a rainha da musica,iam pensar que somos malucas !- exclamou a Benedita.
Trabalhadoras como eram as quatro meninas, primeiro pensaram num nome para a banda, as ideias foram:
- Que tal “flowers and flowers”
-Não, antes prefiro Queen Musicality,o nome da nossa rainha.- declarou a Clara.
- Sim muito, moderno!- disse a Ariel.
Agora só falta as quatro meninas comporem, a parte mais difícel.
Claro que demorou, muito tempo à volta de seis horas, mas claro ficou tudo muito perfeitinho…como sempre.
- Está perfeito, que linda musica, mas so precisamos de treinar e muito, que tal combinarmos em minha casa ?- perguntou a Ema.
Sim, para mim está óptimo, talvez as três que achas?
- Sim, então fica combinado, às três.
- Olá meninas, estão boas ?a Ema está no quarto a afinar a flauta.- disse a senhora Marta com um tom de voz muito meigo.
- Sim, já se ouve! – exclamou a Benedita com alguns risos.
- O quarto é por aqui.
- Muito obrigado! – responderam as meninas.
Ensaiaram tanto, que podia se ter dito que o objectivo estava cumprido,mas como eu não quero que a história acabe por aqui…algo vai acontecer!
- Olá de novo, sei que vocês se estão a esforçar, mais quero mais tipo…concertos mostram a vossa banda para terem fans (sucesso)!
Pois isto vai ser muuuuuuuuito difícil, mas elas vão conseguir.
- Bem vamos fazer cartazes,vamos precisar de muito papel.
- Não preferem antes cartolinas com cores, com muitas cores ?
- Sim, fica muito mais colorido e as pessoas até deveram ficar a gostar mais.
Como disse, elas conseguiam fazer sempre tudo, são muito inteligentes.
- Bem agora, só temos é de andar a dar cartazes, colocar em caixas de correio.
Passaram 2 meses e já tinham um concerto…com a ajuda dos professores e do School Life irão conseguir.
No dia do concerto…estavam com os nervos na flor da pele mas coisa que conseguiam ultrapassar!
- Bem acho que somos uma banda famosa, não acham, amigas ?-perguntou a Clara.
- Só a Rainha para nos dizer!- disse a Ema
- Está cada vez, melhor, acho que já podem ir à Cidade Sinfónica.- declarou a Rainha.
Perfeito, excelente…- disseram as jovens.
Ao longo de muitos concertos (lutas), lá conseguiram destruir o senhor Impossível, algo que nunca ninguém conseguiria fazer.
E como estarão as quatro amigas ? Os sucessos feitos ? O que aconteceu depois disto ?
A Benedita, tornou-se uma grande violinista, com dois grandes prémios
A Clara, uma grande e excelente pianista, ainda só ganhou um prémio, mas com certeza que ganhará mais.
A Ariel uma enorme violoncelista,também é uma grande cantora e escritora.
A Ema uma estrondosa nadadora e flautista, dá aulas no School Life.
E o objectivo da história foi o poder da amizade e da capacidade humana.
E agora ja sabes podes dizer se gostas-te!!
- Olá, eu sou a Benedita,”Bene” para os amigos, sou uma das melhores alunas de violino do School Life, em Lisboa.
- Olá, sou a Clara, “Clarinha” para os amigos, adoro tocar piano, sinto-me viva também sou uma das melhores alunas de piano no School Life.
- Olá, sou a Ariel, adoro cantar,correr,ler mas o que eu mais adoro é tocar violoncelo,e como se fosse um sonho!
- Olá, sou a Ema, tocar flauta é nadar em notas musicais!
Começa um novo dia para as nossas instrumentistas, elas gostam de ir logo cedo para o School Life.
- Vamos temos, que nos despachar!- dizia a Ariel sempre com as suas correrias.
- É só mais um pouco, estou só a arrumar o violino!- exclamou a Benedita.
Entretanto…
- Mas onde estamos, que sítio é este?- interrogou a Ema com a flauta na mão.
Ouve-se uma voz, muito mágica:
- Minhas meninas vocês, encantam a Cidade Sinfónica, mas, o senhor Impossível, quer destruir a musica, só vocês para nos ajudar…!- disse a rainha Musicalidade.
-Acho que acredito nisto, quer dizer tenho a certeza.- declarou a Clara
Sim, também concordo,temos que começar a formar uma banda,escolher o nome dela, começarmos a tocar compor musicas…enfim só assim que destruiremos o senhor Impossível.
Então, vamos por mãos ao trabalho , vou falar com a professora de violino,temos que informar os nossos professores, mas nada de andar a dizer que vimos a rainha da musica,iam pensar que somos malucas !- exclamou a Benedita.
Trabalhadoras como eram as quatro meninas, primeiro pensaram num nome para a banda, as ideias foram:
- Que tal “flowers and flowers”
-Não, antes prefiro Queen Musicality,o nome da nossa rainha.- declarou a Clara.
- Sim muito, moderno!- disse a Ariel.
Agora só falta as quatro meninas comporem, a parte mais difícel.
Claro que demorou, muito tempo à volta de seis horas, mas claro ficou tudo muito perfeitinho…como sempre.
- Está perfeito, que linda musica, mas so precisamos de treinar e muito, que tal combinarmos em minha casa ?- perguntou a Ema.
Sim, para mim está óptimo, talvez as três que achas?
- Sim, então fica combinado, às três.
- Olá meninas, estão boas ?a Ema está no quarto a afinar a flauta.- disse a senhora Marta com um tom de voz muito meigo.
- Sim, já se ouve! – exclamou a Benedita com alguns risos.
- O quarto é por aqui.
- Muito obrigado! – responderam as meninas.
Ensaiaram tanto, que podia se ter dito que o objectivo estava cumprido,mas como eu não quero que a história acabe por aqui…algo vai acontecer!
- Olá de novo, sei que vocês se estão a esforçar, mais quero mais tipo…concertos mostram a vossa banda para terem fans (sucesso)!
Pois isto vai ser muuuuuuuuito difícil, mas elas vão conseguir.
- Bem vamos fazer cartazes,vamos precisar de muito papel.
- Não preferem antes cartolinas com cores, com muitas cores ?
- Sim, fica muito mais colorido e as pessoas até deveram ficar a gostar mais.
Como disse, elas conseguiam fazer sempre tudo, são muito inteligentes.
- Bem agora, só temos é de andar a dar cartazes, colocar em caixas de correio.
Passaram 2 meses e já tinham um concerto…com a ajuda dos professores e do School Life irão conseguir.
No dia do concerto…estavam com os nervos na flor da pele mas coisa que conseguiam ultrapassar!
- Bem acho que somos uma banda famosa, não acham, amigas ?-perguntou a Clara.
- Só a Rainha para nos dizer!- disse a Ema
- Está cada vez, melhor, acho que já podem ir à Cidade Sinfónica.- declarou a Rainha.
Perfeito, excelente…- disseram as jovens.
Ao longo de muitos concertos (lutas), lá conseguiram destruir o senhor Impossível, algo que nunca ninguém conseguiria fazer.
E como estarão as quatro amigas ? Os sucessos feitos ? O que aconteceu depois disto ?
A Benedita, tornou-se uma grande violinista, com dois grandes prémios
A Clara, uma grande e excelente pianista, ainda só ganhou um prémio, mas com certeza que ganhará mais.
A Ariel uma enorme violoncelista,também é uma grande cantora e escritora.
A Ema uma estrondosa nadadora e flautista, dá aulas no School Life.
E o objectivo da história foi o poder da amizade e da capacidade humana.
E agora ja sabes podes dizer se gostas-te!!

As Amoras
O meu país sabe as amoras bravas
no verão.
Ninguém ignora que não é grande,
nem inteligente, nem elegante o meu país,
mas tem esta voz doce
de quem acorda cedo para cantar nas silvas.
Raramente falei do meu país, talvez
nem goste dele, mas quando um amigo
me traz amoras bravas
os seus muros parecem-me brancos,
reparo que também no meu país o céu é azul.
poema de Sophia de Mello Breyner Andersen
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